Mensagem inicial.

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Bem-vindo(a) ao blog Ver e Verso! Começarei esta seção de Filosofia com um texto que na realidade pode ser considerado uma relação de frases, mas que expressam muito bem o método dialético de enxergar o mundo. Não é apenas coincidência: é uma posição filosófica.

Este texto por assim dizer, estava num cartaz da antiga Livraria Zapata, fechada em 1996. Encontrava-se no armário de um amigo, professor da UNESP de Rio Claro, e num daqueles dias de limpeza me foi doado a meu pedido. Transformei-o num quadro que me acompanha por muitos anos.

Está em castelhano e pretendo não traduzi-lo, pois perderia um pouco do charme da linguagem original. No entanto, é muito fácil de entender. Existe uma pequena assinatura na parte de baixo, antes de terminar as frases que não é muito legível, talvez “Claudio Rocha”.

Ao longo de todas as colocações filosóficas, os conceitos nele expressos, provavelmente estarão sendo utilizados e analisados.

Manterei a mesma diagramação do quadro.

Boa leitura.

 

NOSOTROS mismos seremos lo que hagamos com El tiempo que te-

nemos concedido.Nuestra quietude, nestro silêncio, estarán aprobando

por inércia, lãs relaciones y sistemas estabelecidos.

 

Podemos permanecer, irnos, soñar. Es cosa nuestra.

Lo que si, nunca podremos guardar neutralidad.

La mayor indiferencia es equívoca: em el fondo muestra uma

vocacion conservadora.

 

NO PODEMOS dejar de comprometernos. Queiramos o no.

 

Y “comprometerse significa, claro está, hablar de acordo a

lo que se piensa, actuar de acuerdo a ló que se habla, y finalmente,

assumir la responsabilidad de lós proprios actos.”

 

OCURRE que, sin haber dado previamente nuestro consentimiento,

vivimos. El tiempo continúa corriendo; los instantes nos empujan

adelante. Aunque juzguemos que la vida es absurda.

 

Nadie consigue nunca mantenerse em El corazón de si mismo

y retener su alrededor em uma quietud indiferente.

 

El rio seguirá corriendo aunque nuestra mente Le ordene de-

tenerse.

 

“Cada hombre decide el lugar que ocupa em el mundo; pero

es necessário que ocupe uno, jamás puede retirarse”.

 

Y es proyetándonos hacia algo que queremos definitivo y com-

pleto que tomamos nuestro sitio. Nada está decidido de antemano.

Aún em médio de la esclavitud más oprobiosa, siempre seremos

libres para decidir se aceptamos o no la situación impuesta.

 

Livraria Zapata

Autoria: Milton Machado Luz

Cientista Social e autor de artigos sobre história, cultura e literatura.

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